Hipotireoidismo na gestação

O Hipotireoidismo é um problema muito comum no consultório de um endocrinologista e afeta principalmente as mulheres, estas, muitas vezes estão em idade fértil e podem engravidar.

As alterações hormonais que ocorrem na gravidez exigem adaptações que nem sempre são possíveis em tireoides doentes ou em mulheres que dependem de hormônios tireoidianos (a levotiroxina), exigindo atenção do ginecologista-obstetra e do endocrinologista.

O impacto da medicação correta na grávida com hipotireoidismo é fundamental tanto para a evolução da gestação como também para o desenvolvimento do feto. A principal causa de prejuízo na função hormonal tireoidiana no mundo é a deficiência em iodo, com dados mostrando que mais de 1 bilhão de pessoas no planeta apresentam esse déficit.

Quando a mulher mora em uma área com suficiência de iodo, a principal causa de hipotireoidismo na gestação passa a ser a tireoidite crônica autoimune (Tireoidite de Hashimoto).
Não se deve esperar por muitos sintomas na gestante com hipotireoidismo, pois quase 80 % são assintomáticas.

Além disso, vários sintomas podem ser confundidos com aqueles apresentados por mulheres grávidas saudáveis (fadiga, ganho de peso, sonolência e constipação intestinal). Intolerância ao frio, bradicardia e pele seca são mais específicos de hipotireoidismo e aumentam a suspeita diagnóstica.

O hipotireoidismo materno pode originar efeitos adversos no feto e na mãe, por isso sua detecção e o seu tratamento eficaz na gravidez é de extrema importância. As principais complicações maternas associadas ao hipotireoidismo durante a gravidez são: anemia; hemorragia pós-parto; descolamento prematuro da placenta; pré-eclâmpsia/hipertensão e abortos.

No feto, as principais complicações são: prematuridade/ baixo peso; malformações congênitas e morte. O feto começa a produzir hormônios tireoidianos no final do primeiro trimestre, deixando-o totalmente dependente dos níveis maternos.

O desenvolvimento de importantes estruturas, particularmente o sistema nervoso central fetal, ocorre neste período, de forma que se considera crítica a manutenção dos níveis hormonais adequados na grávida em início de gestação.

Os estudos mostram que a mulher que planeja engravidar deva ser mantida com níveis de TSH em torno de 1-2 mU/L., e que quando diagnosticada a gravidez sua dose sofra acréscimo de 25-50 % da dose pré-gestacional.

Recomenda-se também que as mulheres com desejo de engravidar recebam em sua dieta uma média de 150 mcg/ dia de iodo, quantidade que deve ser incrementada para 250 mcg/ dia em média durante a gravidez e a lactação.

Após o parto, a dosagem de levotiroxina (o hormônio da tireóide que é dado a pessoa com hipotireoidismo) geralmente volta ao que a mulher tomava antes de engravidar.

O Hipotireoidismo é um problema muito comum no consultório de um endocrinologista e afeta principalmente as mulheres, estas, muitas vezes estão em idade fértil e podem engravidar.

As alterações hormonais que ocorrem na gravidez exigem adaptações que nem sempre são possíveis em tireoides doentes ou em mulheres que dependem de hormônios tireoidianos (a levotiroxina), exigindo atenção do ginecologista-obstetra e do endocrinologista.

O impacto da medicação correta na grávida com hipotireoidismo é fundamental tanto para a evolução da gestação como também para o desenvolvimento do feto. A principal causa de prejuízo na função hormonal tireoidiana no mundo é a deficiência em iodo, com dados mostrando que mais de 1 bilhão de pessoas no planeta apresentam esse déficit.

Quando a mulher mora em uma área com suficiência de iodo, a principal causa de hipotireoidismo na gestação passa a ser a tireoidite crônica autoimune (Tireoidite de Hashimoto).
Não se deve esperar por muitos sintomas na gestante com hipotireoidismo, pois quase 80 % são assintomáticas.

Além disso, vários sintomas podem ser confundidos com aqueles apresentados por mulheres grávidas saudáveis (fadiga, ganho de peso, sonolência e constipação intestinal). Intolerância ao frio, bradicardia e pele seca são mais específicos de hipotireoidismo e aumentam a suspeita diagnóstica.

O hipotireoidismo materno pode originar efeitos adversos no feto e na mãe, por isso sua detecção e o seu tratamento eficaz na gravidez é de extrema importância. As principais complicações maternas associadas ao hipotireoidismo durante a gravidez são: anemia; hemorragia pós-parto; descolamento prematuro da placenta; pré-eclâmpsia/hipertensão e abortos.

No feto, as principais complicações são: prematuridade/ baixo peso; malformações congênitas e morte. O feto começa a produzir hormônios tireoidianos no final do primeiro trimestre, deixando-o totalmente dependente dos níveis maternos.

O desenvolvimento de importantes estruturas, particularmente o sistema nervoso central fetal, ocorre neste período, de forma que se considera crítica a manutenção dos níveis hormonais adequados na grávida em início de gestação.

Os estudos mostram que a mulher que planeja engravidar deva ser mantida com níveis de TSH em torno de 1-2 mU/L., e que quando diagnosticada a gravidez sua dose sofra acréscimo de 25-50 % da dose pré-gestacional.

Recomenda-se também que as mulheres com desejo de engravidar recebam em sua dieta uma média de 150 mcg/ dia de iodo, quantidade que deve ser incrementada para 250 mcg/ dia em média durante a gravidez e a lactação.

Após o parto, a dosagem de levotiroxina (o hormônio da tireóide que é dado a pessoa com hipotireoidismo) geralmente volta ao que a mulher tomava antes de engravidar.

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